Espetáculos

Aldebaran na França – Apoiadores

O GOM agradece a todas as pessoas que contribuíram com o financiamento coletivo para compras de passagens aéreas, realizado pelo site da variável 5 no período de  abril e maio de 2015,  com a finalidade de apresentar o espetáculo “Aldebaran” no festival “Le Manifest”, no norte da França. veja abaixo a lista dos apoiadores :

Adriana Mourão de Araujo

Adriana Pagano

Adriana Peliano

Aelaide Oliveira

Alice Belem

Ana Márcia Varela Marinho

André Senna

Anna Maria Peliano

Antonieta Alcici

Arnaldo Alvarenga

Beatriz Morais

Berenice Menegale

Bernardo Puhler Resende

Brow Iluminação

Carmen Paternostro

Ceres Leite Prado

Cia Teatro Balagan

Cia Fusion

Cida Falabela

Cláudia Mourão

Claudia Silveira

Cleber Salomão

Cleidisson Dornelas

Cristina Guimarães

Cristina Tolentino

Dalva Lucia Pimenta Mourão

Daniel Geraldo Lopes Horta

Diego Bagagal

Eduardo

Elacir Alcici Soares Leite

Eliane Almeida

Eleonora Santa Rosa

Elisa Dias

Elisa Santana

Eneas Cardoso da Rocha Junior

Eugênio Macedo

Eugênio Tadeu Pereira

Fabbio Guimarães

Fabiana Salomão Lopes Petruceli

Fabrize Santos

Família Fortes

Família Salomão Lopes

Fernanda Abdo

Flávia Alcici Bittencourt Marquezani

Francisco Cesar

Gilberto Medeiros

Gilberto Medeiros

Glaura Cardoso

Guilherme Marques

Guto Muniz

Helta Yedda

Henrique Mourão

Igor Araujo Ayres

Igor Heringer Chamon Rodrigues

Ines Linke

Iuri Rocha Simões

Izadora Fernandes

Jeane Doucas

Jeane Julia

João Paulo Prazeres

Julia D’Almeida

Jussara Vieira

Kleyson Barbosa

Letícia Alcici Santana

Lucia Gouvêa Pimentel

Luciano Flávio de Oliveira

Madeleine Geremias

Marcos Alexandre

Maria da Conceição Ferreira Nicolau

Maria Do Rosário Pedrosa

Maria Helena Medeiros

Maria Raquel Silveira

Mariana Lima Muniz

Maristella Medeiros

Milena Mendes

Monica Alcici Matos

Mônica Ribeiro

Nancy Mora Castro

Netun Lima

Nilcea Moraleida Bernardes

Paola Rettore; Paula Senna

Paulo Sérgio Malheiros

Pessoa Comunicação e Relacionamento

Rage Curi

Realina Auxiliadora Horta

Régia Ruth Ramirez

Rejane Aires

Renata Rocha

Renato Mourão

Restaurante Bem natural

Ricardo Pimenta Mourão

Roberson Nunes

Rodolfo Vaz Coelho

Rogério Mourão

Rufo Herrera

Samira Ávila

Sávio Leite

Sérgio Filgueiras

Sergio Fortes

Silvana Fortes

Solanda Steckelberg

Tarcísio Ramos

Vania Alcici

Viviane C. Moreira

Wallace Araujo

Macquinária 21

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Segundo espetáculo da Trilogia da Crueldade, iniciada com o espetáculo Aldebaran (2013), Macquinária 21 resulta em uma livre adaptação da obra “Macbeth”, de William Shakespeare, numa referência à violência dos tempos em que vivemos. No espetáculo, as engrenagens cênicas refletem esta realidade enquanto materializam os mecanismos da imaginação de Macbeth e suas pulsões destrutivas na luta pela manutenção do poder. As bruxas na cena, transportadas da tragédia de Shakespeare para os dias atuais, são figuras emblemáticas. Senhoras do destino, suas previsões instigam a fome do poder e o instinto de violência, cenicamente  traduzidos pelos sons agressivos das máquinas e bate-estacas, e pela própria ação dos bonecos e personagens. O vídeo e as reproduções de quadros renascentistas interagem cenicamente como releituras adaptadas à temática do espetáculo. Paralelamente quebram as fronteiras do tempo, valorizando o onírico, a fantasia e a imaginação na interpretação da tragédia shakespereana.

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Com uma experiência artística de 39 anos, esta foi a primeira vez que o GOM montou um trabalho inspirado na obra de Shakespeare, falecido há exatos 400 anos. Esta nova montagem dá  continuidade as experiências anteriores envolvendo objetos do cotidiano que em Macquinária 21 são valorizadas e resignificadas dentro do tema do espetáculo como fontes sonoras não convencionais. Foi também sob esta perspectiva que escolhemos o título Macquinária 21 associando as iniciais do nome Macbeth à palavra máquina. As máquinas no espetáculo foram construídas sob a ótica de assemblages e fazem uma referência às máquinas de guerra criadas por Leonardo da Vinci e dividem a cena com os  atores sem qualquer hierarquia.

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O grupo já visitou em suas montagens textos de James Joyce, Kafka, Tchékhov, Beckett, Federico García Lorca, Ferreira Gullar, Oswald de Andrade, Jorge Luis Borges, dentre outros. Esta é a primeira vez que o GOM cria um trabalho a partir da obra do grande dramaturgo William Shakespeare, que em 2016 completou 400 anos de morte. Esta nova montagem chega num momento em que o grupo vem amadurecendo sua linguagem cênica multimeios com ênfase na valorização de objetos cotidianos. Sobre esta perspectiva escolhemos o título Macquinária 21 fazendo uma referência a Macbeth, e às máquinas que, pensadas como assemblages, sem qualquer hierarquia, dividem a cena com os atores.

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Sinopse

O Grupo Oficcina Multimédia e o Grupo de Percussão da UFMG se juntaram para uma experiência musical na qual elementos rítmicos e cênicos, se aliassem aos parâmetros estritamente sonoros particulares à musica, deixando espaço para uma integração desta área com o teatro. Dentro desta perspectiva, o espetáculo foi dividido em duas partes, com um pequeno intervalo para a mudança de cenário e instalação dos instrumentos musicais.Na primeira parte o Grupo de Percussão da UFMG executou Dressur, com 3 percussionistas do grupo.Na segunda parte, o GOM e os músicos percussionistas, executaram Play It Again, reunindo as experiências rítmicas do GOM, à partitura de sons percutidos realizadas sob coordenação de Fernando Rocha.

Sinopse

As últimas flores do jardim das cerejeiras” é um espetáculo imagético inspirado na obra “O Jardim das Cerejeiras”, de Anton Tchekhov (1860-1904) cujo tema gira em torno dos conflitos sociais que marcaram a Rússia do final do século XIX. A partir de elementos plásticos, visuais e sonoros, queremos abordar um momento histórico, que desencadeou não só a revolução russa de 1917, como também antecipou as grandes rupturas e transformações filosóficas do século XX.

O eixo central do espetáculo é um labirinto que simbolicamente representa um espaço de difícil saída e abriga o Minotauro, monstro devorador que se alimenta de suas vítimas. Este ser híbrido, metade homem, metade animal, surge como umafigura emblemática, síntese da morte que se alastrou por todos os lados. Morrem as cerejeiras em flor, morre a aristocracia russa, cercada de pompa, luxo e ostentação; morrem nobres, reis e rainhas, adultos e crianças, anunciando a falência de uma classe hegemônica e requintada. Assiste-se o surgimento de novos ricos proprietários que assumem o poder repetindo erros antigos e instalando uma nova hierarquia deslocada e igualmente autoritária.

Simbolicamente as gueixas surgem como uma proposta estética, tendo no culto das artes, um veículo de sensibilização e de reflexão, capaz de contribuir para o advento de uma nova era. Como diz Trofimov, personagem de O Jardim das cerejeiras:

“Se quisermos de fato viver verdadeiramente o presente, então primeiro temos de expiar o passado, temos de liquidá-lo; e só podemos expiá-lo com sofrimentos e um trabalho infatigável e intenso.”

Sinopse

O espetáculo Bê-a-bá BRASIL: Memória, Sonho e Fantasia, discorre livremente sobre o tempo, deslizando do século XVI ao XXI para falar de um Brasil em contínua formação de identidade e levantar a seguinte questão: existe um “Brasil brasileiro”? Até que ponto sucumbimos, deglutimos, digerimos, transformamos e regurgitamos toda a massa de informações, desejos e sonhos que permeiam nosso cotidiano sob o rótulo de progresso, modernidade e de inserção sócio-cultural? O mote do espetáculo é o quadro Abaporu (O Homem que come – 1928) de Tarsila do Amaral marco do modernismo brasileiro como uma pintura híbrida justapondo a arte modernista francesa do início do séc. XX e o imaginário folclórico do Brasil. Cenicamente reforçamos o sagrado e o profano a partir de uma topografia antropofágica com personagens iconográficos, símbolos intercambiáveis, e um cenário móvel delineando uma paisagem brasileira de sons, imagens e movimentos repletos de memória, sonho e fantasia. O espetáculo faz também uma homenagem aos 30 anos de atividades do Grupo Oficcina Multimédia através da utilização de elementos cênicos de outras montagens, numa proposta de reconfiguração cênica que pretende reforçar a própria identidade cultural do grupo e sua pesquisa de linguagem multimeios.

Sinopse

Encenação multimeios integrando atores, bonecos, dança, material cênico e texto em torno de Josef K., um homem comum que, detido injustamente, vê-se de um dia para o outro engolido por uma engrenagem judicial arbitrária e inverossímil. Em busca de uma defesa ele se depara com situações insólitas povoadas de personagens peculiares que atuam em pares ou trios, deslizando enigmáticos em escadas e rampas ou se instalando em cenários móveis.

Sinopse

O Grupo Oficcina Multimédia apresenta “IN-DIGESTÃO” uma instalação cênico/sonora que expande a sua linguagem multimeios para espaços alternativos e se instala como manifesto de desagravo contra a má qualidade de vida a que estamos sujeitos, embutidos na pseudo modernidade das grandes metrópoles. A encenação compreende cenário e figurino feitos de sucatas extraídas do universo urbano e o texto, resulta numa colagem de palavras explosivas tendo como suporte o apoio de sons ruidosos cuja fonte vem dos próprios adereços/objetos cênicos, além dos baixos/elétricos, percussão e dos sons vocais.

Sinopse

A Casa de Bernarda Alba do Grupo Oficcina Multimédia foi pensada como uma casa móvel, onde se enfumaçam os contornos entre o sonho e a realidade. A história se passa no interior da Espanha em meados do século passado. Tudo tem início quando a viúva Bernarda Alba decreta um luto de 8 anos para a família, encarcerando suas 5 filhas jovens dentro de casa. Neste ambiente sufocante, portas e janelas se abrem para o nada e os personagens circulam nervosos, ruminando seu próprio sofrimento enquanto tecem a cada passo a trama trágica de uma família onde ninguém vai ser poupado.

Sinopse

Zaac e Zenoel são dois cientistas peculiares que vivem às voltas com experiências inusitadas. “Fecundado” num caixote de madeira Zaac nasce adulto,e entra num mundo árido carregando uma mala com seus pertences particulares incluindo neles uma boneca/ manequim. Sem braços e sem pernas ela representa ao mesmo tempo a figura da mãe/mulher/musa. Com ela Zaac vai ser inserido num giro temporal vertiginoso que representa o próprio círculo/labirinto da vida, até encontrar seu parceiro Zenoel. Juntos eles dão inicio as suas pesquisas, e, imersos num laboratório fantástico tentam decifrar questões existenciais tais como os mistérios da vida, morte e da eternidade. Zaac morre quando já se transformou num produto do seu próprio laboratório. Ele é então higienizado, lavado e passado a ferro antes de retornar à vida numa câmara/berço/mortuária pensada como uma carruagem sem cocheiro, enigma da morte que nos conduz silenciosa sem mostrar seu rosto. Girando velozmente no mesmo lugar ela reflete nossa impotência frente aos mistérios da vida e da morte diante dos quais nos debatemos na tentativa sempre frustrada de compreendê-los.

Sinopse

Aldebaran é uma estrela de altíssimo brilho. No espetáculo, simboliza uma figura do bem se contrapondo aos monstros, figuras do mal que sempre povoaram o imaginário dos homens e os assombraram em seus sonhos e pesadelos. Aldebaran vem para salvar o planeta resgatando da Terra, aquilo que temos de mais precioso, rumo a construção de um novo mundo, em qualquer ponto distante do universo.

Play it again

Em Play It Again, o GOM dividiu o espaço com músicos percussionistas, homenageando um clássico da história do cinema, o filme ‘Casablanca’. Na cena, músicos e atores seguiram uma partitura de movimentos, textos, ritmos, gestos, deslocamentos e o vídeo, num jogo de repetições que justificasse o título escolhido: Play It Again. Cenicamente, recriou-se de forma lúdica, a conflituosa relação do famoso casal do filme, trazendo à tona, afetos e desafetos com as quais todos, um dia, nos deparamos.

Fotos

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Fotos

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Fotos: Guto Muniz

Fotos

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Fotos: Guto Muniz

Fotos

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Fotos

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Fotos

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Fotos

Foto 1 - cred. Sabrina ValenteFoto 2 - cred. Sabrina ValenteFoto 3 - cred. Netun LimaFoto 4 - cred. Netun LimaFoto 5 - cred. Netun LimaFoto 6 - cred. Netun LimaFoto 7 - cred. Netun LimaAldebaranAldebaran

Créditos de: Netun Lima; Daniel Protzner; Sabrina Valente

Dressur

Em Dressur – uma obra do argentino Mauricio Kagel os três percussionistas do Grupo de Percussão da UFMG, executaram fielmente uma partitura de sons, ações diversas, gestos e deslocamentos, utilizando-se de instrumentos musicais e objetos sonoros não convencionais. “Dressur”, em alemão, significa algo como adestramento ou um ato realizado por animais treinados. Os músicos atuaram dentro da perspectiva de um teatro instrumental e as referências tanto sonoras quanto visuais faziam uma alusão ao universo circense, numa metáfora ao tema da dominação humana.

Ficha técnica

Direção, Roteiro, Concepção Cenográfica e Figurino
Ione de Medeiros

Assistência de Direção
Jonnatha Horta Fortes

Elenco
Diego Krisp
Escandar Alcici Curi
Fábbio Guimarães
Fabrício Trindade
Henrique Mourão
Jonnatha Horta Fortes
Lúcio Honorato
Vinícius de Sá Monteiro

Assessoria de Movimentação Cênica e Coordenação de Preparação Corporal
Mônica Ribeiro

Preparação Corporal
Jonnatha Horta Fortes

Trilha Sonora
Paulo Beto

Projeto Gráfico
Adriana Peliano

Iluminação
Davi de Brito Alves

Assistência de Iluminação
Francisco Cesar

Ficha técnica

Direção, Roteiro, Concepção Cenográfica e Figurino
Ione de Medeiros

Assistência de Direção
Jonnatha Horta Fortes

Elenco
Escandar Alcici Curi
Fábbio Guimarães
Francisco Cesar
Henrique Mourão
Jonnatha Horta Fortes
Leandro Acácio
Mônica Ribeiro

Preparação Corporal e Vocal
Leandro Acácio
Jonnatha Fortes

Assistência Cenográfica
Francisco Cesar

Trilha Sonora
Paulo Beto (Anvil FX)

Projeto Gráfico
Adriana Peliano

Iluminação
Davi de Brito Alves

Assistência de Iluminação
Richard Zaira
Joana D’arc

Produção
Grupo Oficcina Multimédia

Informações adicionais

O cenário e os adereços cênicos/sonoros, são construídos a partir de sucata de fontes diversas incluindo peças de carro que se transformam em figurinos e compõem a temática do espetáculo. Buscamos instalar uma usina gastronômica indigesta onde se fritam correntes e pregos num fogareiro a gás, numa alusão à própria artificialidade dos alimentos que estamos ingerindo. Na encenação inserimos a clássica reprodução da “última ceia”, de Cristo, tendo como suporte a música de Bach, numa referência a um ideal distante, perdido no tempo e contrário à realidade de nossos dias .

O texto foi construído sob a mesma perspectiva de saturação, e nele as palavras se atropelam num jorro verbal, livres da pontuação convencional, tendo como apoio as interferências de fontes sonoras diversificadas tais como: adereços/objetos cênicos, baixo elétrico e sons vocais..

A música, é o resultado de uma colagem envolvendo sons eletrônicos sons vocais e ruídos ao vivo e, assim como o vídeo , reforça a ambientação cênica do espetáculo.

Música, cenário, vídeo e personagens

O vídeo no espetáculo,traz para a cena, imagens filmadas em Ouro Preto, numa alusão à nossa tradição mineira em seu caráter ao mesmo tempo sombrio e magnífico. Com ele também transitamos pelo lado de fora da casa de Bernarda Alba e nos deparamos com a crueza e as promessas de um mundo cheio de mistérios ao qual as heroínas da estória, trágicas em sua condição de prisioneiras, não têm acesso.

A movimentação cênica dos atores é resultante de uma operação construtivista que se manifesta também na elaboração do cenário. A estrutura espacial, definida pelo jogo de volumes , pelas múltiplas ordenações simultâneas e consecutivas reordenações de planos, definem uma visão cubista fiel à própria linguagem de Lorca em seus poemas. Neste cenário transitam os personagens , ambientando cada momento do espetáculo de acordo com sua tensão dramática peculiar.

A trilha sonora de Bernarda Alba faz referência à tradição mourisca na cultura hispânica, através dos sons e ritmos das tablas islâmicas – próximos também aos da música brasileira – assim como incorpora os instrumentos primitivos da cultura oriental (China, Tailândia, Indonésia, Romênia) à sonoridade lânguida dos violões espanhóis (Issac Albeniz, Francisco Tárrega), em sua construção melódica similar ao de nossa modinha mineira. Como pano de fundo, a sonoridade dos sinos da Igreja S. Francisco de Assis de Ouro Preto ambientam a atmosfera de um funeral marcando a presença da morte dentro do espetáculo.

As citações visuais de Pablo Picasso e suas Les Demoiselles d’Avingon (1907), que marcaram o início do cubismo na história da arte, e de Velázquez com As meninas (1656), foram recursos utilizados na programação visual de Adriana Peliano com o objetivo de referenciar a própria cultura hispânica e homenagear seu dramaturgo mais importante, fazendo uma alusão ao binômia tradição/vanguarda, marcante em toda a trajetória de García Lorca.

Ficha técnica

Direção, Roteiro e Trilha Sonora
Ione de Medeiros

Elenco
Fernanda Alvarenga
Ildeu Ferreira
Juliana Guerra
Leandro Silva
Paulo Pimentel
Victor F.

Elenco 2ª etapa
Daniel Antony
Paulo Azevedo
Dulce Ricciard Coppedê

Coordenação Musical
Rufo Herrera

Preparação Corporal
Mônica Ribeiro

Vídeo
Nélio Costa

Quadrinhos
Sílvia Amélia Nogueira (estúdio HQ)

Assistência Cenográfica
Ildeu Ferreira

Fotografias
Márcia Gouthier

Iluminação
Telma Fernandes

Projeto Gráfico
Adriana Peliano

Produção
Grupo Oficcina Multimédia

Promoção
Fundação de Educação Artística

Projeto Aldebaran em vídeo

Confira todo o projeto Aldebaran editado em vídeo. Este projeto implica em turnê com o espetáculo “As últimas flores do jardim das cerejeiras” pelas capitais, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte e montagem, estreia e turnê do espetáculo “Aldebaran” pelas cidades de Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis”.

A edição está dividia em 3 partes:

1 – Assitir à parte 1

2 – Assistir à parte 2

3 – Assistir à parte 3

Ficha técnica

Direção
Ione de Medeiros

Elenco
Escandar Alcici Curi
Fabrício Trindade
Henrique Mourão
Jonnatha Horta Fortes
Marco William

Estagiários
Adriano Basilio
Sergio Salomão

Assistência de Direção
Jonnatha Horta Fortes

Roteiro, Concepção Cenográfica e Figurino
Ione de Medeiros

Assistência de Figurino
Jonnatha Horta Fortes

Execução Cenográfica
Grupo Oficcina Multimédia

Assessoria de Movimentação Cênica e Coordenação de Pesquisa de Preparação Corporal para a cena
Mônica Ribeiro

Preparação Corporal
Jonnatha Horta Fortes
Fabrício Trindade

Iluminação
Telma Fernandes

Assistência de Iluminação
Elias do Carmo

Trilha Sonora
Francisco Cesar
* Livre colagem a partir de sons  da natureza e fragmentos de músicas antigas do oriente e do leste europeu

Supervisão técnica de áudio
Fernando Braga Campos

Vídeo
Ione de Medeiros
Escandar Alcici Curi
Henrique Torres Mourão

Pós produção do Vídeo
Joacélio Batista

Criação e construção das Bonecas
Daniel Herthel

Assistência na criação e construção das bonecas
Grupo Oficcina Multimédia

Bonecos Miniatura dos personagens de “O Jardim das Cerejeiras”
Fabrício Trindade

Produção
Grupo Oficcina Multimédia

Projeto Gráfico
Adriana Peliano
* Colagens de Adriana Peliano, desenhos de Ione de Medeiros e fotografia de Man Ray e Lewis Carrol entre outras fontes

Aula de Pilates
Mônica Ribeiro (instrutora certificada pela Polestar Pilates Education)

Ficha técnica

Texto, Vídeo, Música, Direção E Roteiro
Ione De Medeiros

Produção, Cenografia E Figurino
Grupo Oficcina Multimédia

Elenco
Escandar  Alçici Curi
Francisco César
Guilherme Morais
Henrique Mourão
Jonnatha Horta Fortes
Juscélia Almeida
Leandro Acácio

Coordenação Corporal E Assessoria Cênica
Mônica Ribeiro

Preparação Corporal
Leandro Acácio

Iluminação
Leonardo Pavanello

Programação Visual
Henrique Lisandro

Ficha técnica

Direção
Ione De Medeiros

Elenco
Dulce Coppedê
Escandar Alcici Curi
Francisco César
Leandro Silva
Juliana Guerra
Jonnatha Horta Fortes
Marcos Ferreira
Rafael Otávio
Regina Célia
Mônica Ribeiro (Participação Especial)

2ª Etapa
Samira Ávila
Henrique Torres Mourão
Cíntia Paulino
Eva Queiroz
Clarice Peluso
Fernanda Lima

Coordenação Corporal e Assessoria Cênica
Mônica Ribeiro

Assistência Vocal
Ernani Maletta

Iluminação
Leonardo Pavanello

Trilha Sonora, Concepção Cenográfica e Figurinos
Ione De Medeiros

Confecção do Figurino
Maria Rosa Ferreira Gonçalves

Fotos
Guto Muniz

Execução Cenográfica
Reinan Gazola E Grupo Oficcina Multimédia

Vídeo
Sérgio Borges

Desenhos
Ione De Medeiros

Programação Visual
Adriana Peliano

Fotos

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©netun lima/Divulgação

Fotos: Netun Lima

Fichas de Comentário do Público

Comentários escritos pela platéia após assistir ao espetáculo Aldebaran

“Acabei de voltar de um evento acadêmico onde discutimos o conceito de ‘Teatro Pós-dramático’, do alemão Lehmann. E assisti-los hoje foi a ‘cereja do bolo’: a teoria encarnada. Prazer ver um espetáculo desta qualidade em minha cidade. Obrigada!” – Christina Fornanciari

“Um espetáculo diferente e que nos proporciona um grande momento de reflexão. parabéns pela criatividade e iniciativa ao apoio às manifestações.” – Mariana Braga

“Oficcina Multimédia: uma aula de pensar, uma aula de avançar o teatro brasileiro. Vida longa – e as mudanças virão!” – Sérgio Diniz

Ficha técnica

Dressur

Coordenação
Fernando Rocha

Grupo de Percussão da UFMG
Integrantes
Breno Bragança
Felipe Kneipp
José Henrique Viana

Play It Again

Direção
Ione de Medeiros

Grupo Oficcina Multimédia
Atores
Escandar Alcici Curi
Fabrício Trindade
Henrique Mourão
Jonnatha Horta Fortes
Marco Vieira

Grupo de Percussão da UFMG
Percussionistas
Fernando Rocha
Breno Bragança
Felipe Kneipp
José Henrique Viana

Pesquisa de Imagens e Edição do Vídeo
Ione de Medeiros
Marco Vieira
Henrique Mourão

Ficha Técnica

Direção • Roteiro • Concepção Cenográfica • Figurino
Ione de Medeiros

Elenco
Escandar Alcici Curi • Gabriel Corrêa • Henrique Mourão • Jonnatha Horta Fortes • Marco Vieira • Nicolás Bolívar • Sérgio Salomão

Assistência de Direção • Figurino • Preparação Corporal
Jonnatha Horta Fortes

Execução Cenográfica • Adereços • Bonecos
Daniel Herthel • Grupo Oficcina Multimédia

Assessoria de Movimentação Cênica e Coordenação de Pesquisa de Preparação Corporal para a Cena
 Mônica Ribeiro

Iluminação
Telma Fernandes

Trilha Sonora
Francisco Cesar

Assistente de Desenho Sonoro
Pedro Durães

Vídeo
Ione de Medeiros • Henrique Mourão • Marco Vieira

Voz em off
Walter Motta Ferreira

Projeto Gráfico
Adriana Peliano
Colagens sobre obras de Max Ernst e Ernst Haeckel

Fotógrafo
Netun Lima

Costureira
Iracema Torres Rosa

Produção
Grupo Oficcina Multimédia (Belo Horizonte/MG) • Greice Barros – Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento (Curitiba/PR) • Daniela Mazzilli (Porto Alegre/RS) • Orth Produções (Florianópolis/SC)

Assessoria de Imprensa
Pessoa Comunicação (Belo Horizonte/MG) • Marialda Pereira (Curitiba/PR) • Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor (Porto Alegre/RS) • Orth Produções (Florianópolis/SC)

Coordenação de Logística • Gestão Financeira • Produção
Mercado Moderno (Keyla Monadjemi, Roberta Oliveira e Ana Paula Fialho)

Oficina de Literatura
Lyslei Nascimento

Oficina de Dança
Mário Nascimento • Rosa Antuña • Gabriela Christófaro • Mônica Ribeiro

Oficina de Bonecos e Cenografia
Daniel Herthel

Oficina de Animação
Sávio Leite

Oficina de Objetos Sonoros
Francisco Cesar • Pedro Durães

Oficina de Pilates
Mônica Ribeiro – instrutora certificada pela Polestar Pilates Education

Atuação no Vídeo
Nina Ávila Vorcaro • Iel de Queiroz Martins • Atores do GOM

Agradecimentos
Samira Ávila • Maria de Fátima Santos Vorcaro Costa • Eva Queiroz • Gilberto Ribeiro • Diego Matos • Carlos Gradim e Odeon Companhia Teatral • Márcia Maria Duarte dos Santos, Marco Antônio Mendef e equipe do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG • Fábbio Guimarães • Rafael Neumayr • Cláudia de Bem • Maria Thaís e Cia. Teatro Balagan • Beto Andretta e Grupo Pia Fraus • Fundação de Educação Artística • Academia Gota D’Água • e aos familiares dos integrantes do Grupo Oficcina Multimédia